Curiosidades

POR Leticia Nunes 01/08/2011

Curiosidades

Saiba usar os diversos “Porquês”

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Embora quase ninguém, hoje em dia, se preocupe em escrever corretamente o Português, mostramos aqui 4 regrinhas para o uso correto das diversas formas da palavra “porque”.

1. Use “por que” (separado, SEM acento):

Em frases interrogativas.
Ex.: Por que você me deixou esperando todo esse tempo?;
Por que você não se habitua a ler jornais.

Em afirmações, desde que no seu emprego esteja a idéia de motivo, causa, razão, pelo qual, para que.

Ex.: Não sei por que esse aluno é tão rebelde;
O deputado explicou por que precisa de mais tempo para apresentar seu relatório; Era o apelido por que (pelo qual) era conhecido; O assessor estava ansioso por que começasse a votação.

 

2. Use “porque” (tudo junto, SEM acento):

Quando a pergunta é acompanhada de uma hipótese de resposta.

Ex.: Você não votou porque é contrário ao projeto?
Essa medida provisória merece prosseguimento na tramitação porque é urgente?.

Quando uma locução introduz uma explicação, um motivo.

Ex.: O deputado disse que votou contra o projeto porque o considerou lesivo aos interesses do país.

 

3. Use “por quê” (separado, COM acento):

Quando colocado no final da frase ou antes de pausa, tiver o sentido de motivo, razão pela qual.

Ex.: O cantor estava inquieto, sem saber por quê;
Advertido pelo presidente da Mesa, o deputado quis saber por quê
ninguém lhe dava atenção. Você faltou à aula por quê?.

 

4. Use “porquê” (tudo junto, COM acento):

Quando for substantivado (ou seja, usado como substantivo), no lugar de um desses: motivo, causa e forma, com a preposição “por”, uma só palavra.
Ex.: Não entendo o porquê da sua revolta;
A mãe deixou de fazer o almoço e não explicou o porquê;
Há muitos porquês para a queda do edifício

 

 

 

 

 

Porque existe o ano bissexto?

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Sempre que esse dia, 29 de fevereiro aparece no calendário, temos essa dúvida, sobre o ano bissexto. Por que isso acontece?

O calendário que normalmente utilizamos, com 365 dias de 24 horas, tem uma pequena diferença em relação ao ciclo solar, tempo que a Terra leva para contornar o sol. Esse período é de 365 dias e aproximadamente 6 horas (5 horas, 48 minutos, 45 segundos e 216 milésimos de segundo).

No intervalo de 4 anos, essa diferença de horas entre o ano solar e o do calendário convencional completa cerca de 24 horas (mais exatamente: 23 horas, 15 minutos e 864 milésimos de segundo). Para compensar essa diferença e evitar um descompasso em relação às estações do ano, é inserido um dia extra e fevereiro fica com 29 dias.

 

Porque o dia a mais é em fevereiro?

O primeiro calendário romano foi supostamente bolado por Rômulo (mitologicamente, um dos fundadores de Roma), por volta de 753 a.C. Ele só tinha 10 meses, de 30 ou 31 dias, e o ano durava 304 dias ao todo.

Essa folhinha não estava em sincronia com as estações, quando o sucessor Numa tomou o poder, instituiu um novo calendário, baseado nas fases da lua com 12 meses de 29 ou 31 dias. Nenhum deles tinha 30 dias porque, nessa época, acreditava-se que os números pares eram sinal de azar. A soma dos dias do ano, porém, era par (356 dias). Para que o ano inteiro não fosse considerado azarado por ser par, decidiu-se que um mês teria de ser “sacrificado” e ter um número par de dias para que o ano somasse 355 dias.

O escolhido foi fevereiro, considerado na época um mês ruim (“o nome ‘fevereiro’ foi dado justamente por aquele ser o mês das febres, das cobranças e das execuções judiciárias”, conta Boczko). Arredondar para 28 dias, em vez de 30, foi uma escolha estratégica: o mês azarado deveria acabar o mais rápido possível. Quando surgiu a necessidade de acrescentar um dia ao ano, nada melhor que colocá-lo no mês mais curto.

 

Por que o nome bissexto?


Em um ano bissexto, o dia extra não é o 29.
  Durante o Império Romano, o primeiro mês do ano era março, quando começava a primavera (“prima” significa primeira, e “vera”, estação). O primeiro dia de março se chamava “calendas de março”. Foi daí que veio a palavra calendário.

Fevereiro era o mês de virada de ano e se festejava o ano novo durante os últimos cinco dias do mês. Se o dia extra fosse colocado no fim de fevereiro, o período de folga seria prolongado e o Império não gostou da idéia. Foi decidido que a mudança aconteceria no meio dos dias de trabalho.

O dia 23 de fevereiro era o sexto dia antes do ano novo. Quando o ano era bissexto, um dia útil a mais era colocado na seqüência e tanto o 23 quanto o 24 eram chamados pelas autoridades de “sexto dia antes da calendas de março” .O nome “bissexto” vem daí: o ano tinha dois “sextos” antes da calendas de março.

 

 

E quem nasce em 29 de fevereiro?

As pessoas que fazem aniversário em 29 de fevereiro têm um problema técnico: só podem comemorar no dia exato uma vez a cada 4 anos – caso dos 6.337 brasileiros que nasceram nesse dia no ano bissexto de 2004( dados do IBGE). Nos anos que não são bissextos, eles têm de optar pelo dia 28 de fevereiro ou 1º de março. Alguns pais de nascidos nesse dia especial preferem registrá-los no dia anterior ou seguinte, para evitar que isso aconteça. Mas essa é uma escolha feita por mera conveniência, já que nenhum cartório proíbe o registro no dia 29.

 

 

 

 

Por que os fogos de artifícios são coloridos?

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Para entendermos melhor como ocorre um show pirotécnico, temos que primeiramente ficar ciente que os fogos de artifício são compostos de pólvora, pavio e fogo, onde é arremessada por uma forte carga explosiva por tubos.

A base de cores nas quais vemos em comemorações e afins é a mistura de produtos químicos com a pólvora, aqui já citada, para entender melhor veja: o sódio ou o cálcio com as substâncias  corretas podemos obervar a cor amarela – o estrôncio ou lítio, vermelha – o bário, verde – o cobre ou potássio, azul.

Existem diversos tipos de fogos de artifício, veja alguns:

  1. O morteiro comum é de apenas um tiro, sendo que este é carregado de pólvora num tubo de explosão, podendo ser estourado até mesmo a distância, por computador;
  2. O rojão tem como formato tipo um cano no qual arremessa os explosivos na direção apontada;
  3. As bombas que criam formas no céu são chamadas de orientais. A pólvora de concentra no centro do tubo num suporte de papelão com o desenho que veremos quando for lançado. O que não imaginamos é que nesse suporte são coladas as cápsulas que têm em sua composição uma mistura química que transformará o estouro num ponto luminoso e colorido,
  4. Já que citamos que nos fogos de artifício acontecem uma explosão, e que para essa seja ouvida, a ignição começa pelo morteiro, passa pelo estopim e depois para a bomba, ou seja, para explodir e ser ouvida e vermos as formas ao estourar a carga de pólvora lança com toda força as cápsulas na qual elas se acendem numa certa distância e se queimam.

Algumas curiosidades:

  • A cápsula já citada tem uma camada externa de pólvora, ou seja, quanto maior quantidade, maior a figura desenhada no céu;
  • Quanto mais longo o estopim, maior a altitude atingida pela bomba;
  • Maior explosão bombou mais de 56 mil rojões,
  • De acordo com o Guinness, o recorde da maior apresentação de fogos do mundo é de Roy Lowry, da Inglaterra, que coordenou a explosão de 56 645 rojões em menos de 60 segundos, em agosto de 2006.